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	<title>Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus</title>
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	<description>Província Brasileira Meridional</description>
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		<title>‘Geração Y’ deve ter atenção especial dos animadores vocacionais</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 13:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Serviço de Animação Vocacional (SAV), realizado pela Igreja Católica, deve dar uma atenção especial aos jovens que vivem no mundo das novas tecnologias da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço de Animação Vocacional (SAV), realizado pela Igreja Católica, deve dar uma atenção especial aos jovens que vivem no mundo das novas tecnologias da comunicação, adaptando sua linguagem e criando novos métodos. Esta é a opinião que o ex-secretário executivo do Departamento das Vocações e Ministérios do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam), padre Gilson Maia, defendeu hoje, 6, na conferência que proferiu no 3º Congresso Vocacional do Brasil, em Itaici, município de Indaiatuba (SP).</p>
<p>“O Serviço de Animação Vocacional (SAV) deve oferecer uma atenção especial à ‘Geração Y’, caracterizada pelo uso de avançadas tecnologias de comunicação com novas formas de relações, valores e conceitos. O SAV deve adequar-se às novas linguagens, elaborar novos métodos e usar as modernas tecnologias em vida da evangelização vocacional das novas ‘tribos’’, disse padre Gilson.</p>
<p>Pe_Gilson-CVB2O religioso insistiu que toda pessoa batizada deve ser um missionário e que o trabalho de animação vocacional não é exclusivo do SAV. “O serviço na messe não é tarefa exclusiva dos animadores do SAV/PV. A missão é um dom precioso do Senhor, levada adiante por todos os vocacionados e vocacionadas. Neste sentido torna-se fundamental estreitar vínculos e incrementar as relações com os serviços de evangelização presentes na Igreja”, disse.</p>
<p>“Todo discípulo tem DNA missionário. Um discípulo que não missionário, é falso discípulo. Ninguém é missionário sem antes a experiência do discipulado”, acrescentou o padre.</p>
<p>Padre Gilson apontou pelo menos três características que devem marcar o perfil do animador vocacional. A primeira delas é a espiritualidade. “A espiritualidade é a raiz que sustenta e fortalece todos na missão evangelizadora vocacional. A identidade eclesial do SAV/PV é garantida pela fé, fortalecida diariamente pela vida sacramental, testemunhada no meio do povo de Deus e partilhada com a comunidade eclesial”.</p>
<p>Segundo o religioso, a formação também deve caracterizar os que trabalham na animação vocacional. “A formação dos discípulos missionários deve ser integral e permanente”, esclarece padre Gilson.</p>
<p>Outro ponto que, de acordo com o padre, deve marcar a prática dos animadores vocacionais é o planejamento. “O SAV/PV exige articulação e organicidade para que a missão vocacional possa integrar as diferentes forças evangelizadoras presentes nas comunidades”.  Para o religioso, juventude, escola, família, catequese devem merecer atenção especial no planejamento do SAV.</p>
<p>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.<br />
Ir para: navegação, pesquisa</p>
<p>A Geração Y, também referida como Geração millennials&#8217; ou Geração da Internet[1] é um conceito em Sociologia que se refere, segundo alguns autores, à coorte dos nascidos após 1980 e, segundo outros, de meados da década de 1970 até meados da década de 1990, sendo sucedida pela Geração Z.</p>
<p>Esta geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica.</p>
<p>Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram de presentes, atenções e atividades, (fomentando a sua auto-estima) de seus filhos.</p>
<p>Estes cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas.</p>
<p>Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo.</p>
<p>Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de telefonia celular para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores.</p>
<p>Enquanto grupo crescente, tem se tornado o público-alvo do consumo de novos serviços e na difusão de novas tecnologias. As empresas desses segmentos visam atender esta nova geração de consumidores que se constitui um público exigente e ávido por inovações.</p>
<p>Preocupados com o meio ambiente e causas sociais, essa nova geração tem um ponto de vista diferente das gerações anteriores que viveram épocas de guerras e desemprego, com o mundo praticamente estável e mais comodo a liberdade de expressão, esses jovens conseguiram se preocupar com valores esquecidos como vida pessoal, bem-estar e enriquecimento pessoal.</p>
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		<title>“A nobreza de Deus não se ensina com técnica”, diz presidente do 3º CVB</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 13:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Província BM]]></category>

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		<description><![CDATA[Dom_Leonardo1-CVBO catarinense dom Leonardo Ulrich Steiner, 59, é bispo da prelazia de São Felix do Araguaia, no Mato Grosso, há cinco anos. A serenidade é...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dom_Leonardo1-CVBO catarinense dom Leonardo Ulrich Steiner, 59, é bispo da prelazia de São Felix do Araguaia, no Mato Grosso, há cinco anos. A serenidade é uma das marcas deste franciscano que tem doutorado em filosofia e é membro da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB. Ele preside o 3º Congresso Vocacional do Brasil, que reúne, desde sexta-feira, 3, em Itaici (SP), 385 animadores vocacionais de todo o país,. O Congresso debate o tema “Discípulos missionários a serviço das vocaçoes”.</p>
<p>Nesta entrevista exclusiva à Assessoria de Imprensa da CNBB, dom Leonardo explica que o Congresso Vocacional não é para ensinar técnicas ou métodos para conseguir mais vocações. “A experiência cristã, o seguir Jesus Cristo, o ser encontrado por Ele é uma experiência única. É a nobreza de Deus de nos ter escolhido e nos deixar participar do mistério de seu amor. Isso não é [ensinado] com técnica, com método, mas com o espírito, com abertura”.</p>
<p>Dom Leonardo fala também das crises por que passa a sociedade atual e lembra que as pessoas tentam equilibrar sua existência a poder da química, inclusive os jovens, com as drogas. “Ficamos espantados com o número cada vez maior de farmácias. É o primeiro tempo da história da humanidade que se usa a química para tentar equilibrar a existência humana”.</p>
<p>Dom Leonardo explica, ainda, o número reduzido de leigos neste 3º Congresso e destaca a qualidade de sua participação no evento. “Como participaram com disposição e alegria!”.</p>
<p>Leia, abaixo, a íntegra da entrevista.</p>
<p>1. Que elementos o senhor destaca como ponto alto deste congresso e para onde eles apontam?</p>
<p>Dom Leonardo: O primeiro elemento importante é o pré-congresso, que foi uma verdadeira descoberta. Não quisemos congregar as pessoas em Itaici sem antes termos estudado um texto, trocado ideias, experiências; sem termos feito nas paróquias um bom trabalho e realizado nos Regionais da CNBB os chamados pré-congressos. Em alguns Regionais a Pastoral Vocacional (PV) conseguiu se rearticular para o pré-congresso. Isso foi um ganho para a Igreja no Brasil.</p>
<p>O segundo elemento foi tentarmos trazer a beleza e a profundidade do Documento de Aparecida para a PV. Se na nossa Pastoral Vocacional conseguirmos fazer ver que todo batizado é um discípulo missionário a serviço das vocações, estamos levando a intuição da Conferência de Aparecida até nossas pequenas comunidades. Não apenas veremos as vocações, mas a intuição de Aparecida de que cada batizado, cada cristão, cada católico é aquele que vive de Jesus, anunciando Jesus, ouvindo a sua palavra, convivendo, sendo sinal do Reino.</p>
<p>Um terceiro elemento importante é a troca de experiência. O fato de termos aqui pessoas vindas de todo o Brasil, com mentalidades e experiências diversas; Igrejas que têm sua pastoral, suas dificuldades e seu entusiasmo, fez com que os congressistas começassem a perceber que a Igreja no Brasil é extremamente rica. Esta troca de experiência fez com que os congressistas percebessem que existem experiências que podem ser partilhadas. Chamo atenção, por exemplo, para a escola para formação de animadores vocacionais nos Regionais Sul 3 e Centro Oeste. Não uma escola de formar padres, mas de formar discípulos missionários que vêm, participam e se responsabilizam pela animação vocacional na nossa Igreja no Brasil.</p>
<p>2. O senhor disse que o Congresso não é para ensinar técnicas ou métodos para buscar vocações. Pode explicar melhor esta afirmação?</p>
<p>Dom Leonardo &#8211; No tempo que vivemos da ciência e da técnica, da virtualidade, poderíamos imaginar que um congresso iria nos dizer o que fazer e como fazer. Isto é, viemos aqui, ouvimos, voltamos para casa e agora vamos executar. A intuição do Congresso foi outra. Foi a de nos deixar guiar pelo espírito [da Conferência] de Aparecida e suscitar esse imenso desejo de ser discípulos missionários a serviço da Igreja.</p>
<p>Explicando melhor: a experiência cristã, o seguir Jesus Cristo, o ser encontrado por Ele é uma experiência única. É a nobreza de Deus de nos ter escolhido e nos deixar participar do mistério de seu amor. Isso não é [ensinado] com técnica, com método, mas com o espírito, com abertura. Deste encontro, deste dar-se conta da nobreza de Deus é que, certamente, vão abrir-se para nós elementos e pistas.</p>
<p>Numa entrevista me perguntaram: ‘Como anunciar Deus hoje?’. Respondi: ‘como, eu não saberia dizer. Talvez conseguisse dizer quem, qual a pessoa a ser anunciada hoje, ou seja, este Deus tão próximo de nós’. Tentei dizer isso na homilia [na celebração de abertura do Congresso] ao falar: “Deus, osso de nossos ossos, carne de nossa carne’. Nicolau de Cusa chega a dizer “o não outro de Deus”.</p>
<p>3. Os congressistas têm usado aqui a expressão ‘vocacionalizar a Igreja’. O que eles querem dizer com este neologismo?</p>
<p>Dom Leonardo – É a primeira vez que ouço [esta expressão] também. Este verbo [vocacionalizar] não existe, mas hoje se criam tantos verbos e palavras, que talvez esse também fique. Sinto nas colocações que ‘vocacionalizar’ quer dizer que toda a Igreja está apta, atenta, aberta para o serviço e animação vocacional. É toda ela ministerial, toda ela ajudando nossas crianças, adolescentes, jovens e os adultos a descobrirem qual é o chamado de Deus. Ajudar os nossos adultos a redescobrir a grandeza do amor primeiro o ‘por que abracei uma vocação?’. ‘Vocacionalizar’, então, é levar toda a Igreja a ser.</p>
<p>4. Um Congresso Vocacional pensa e fala sobre todas as vocações. No entanto, a presença dos leigos aqui é pequena e o senhor ressaltou esse detalhe num determinado momento do encontro. A que o senhor atribui isso?</p>
<p>Dom Leonardo &#8211; A primeira observação feita por uma leiga depois da minha fala foi a dificuldade dos próprios leigos terem meios econômicos para virem. Ela mesma disse: ‘eu sou professora, sou mãe, sou avó’ e falou da dificuldade de deixar o trabalho e vir [ao Congresso]. Não é tão simples o Norte e o Nordeste virem até São Paulo. O que nos falta ainda como Igreja no Brasil é começar a nos despertar para os discípulos missionários a serviço das vocações. O próprio tema do Congresso talvez possa ajudar para que, no próximo Congresso, se houver, a participação dos leigos seja maior. Mas a participação dos leigos neste Congresso foi muito positiva. Como participaram com disposição e alegria!</p>
<p>5. Isso não se deve, então, a uma visão reducionista como se vocação fosse apenas para padres e os de vida consagrada?</p>
<p>Dom Leonardo &#8211; No trabalho feito na Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada em relação ao mês de agosto dedicado às vocações, por exemplo, não temos mais acentuado uma das vocações. Pelo contrário, temos aproveitado este mês vocacional para trazer à recordação as grandes vocações dentro da Igreja. Esse esforço existe e está muito presente. Na nossa Comissão isso é muito claro e sinto isso também nas discussões da CNBB. Naturalmente que existe uma preocupação grande, sinto isso também aqui no Congresso, em relação às vocações para o presbítero e para a vida consagrada, seja na vida religiosa ou nos Institutos Seculares. Existe esta preocupação porque, em relação aos padres, sentimos a grande necessidade, dentro da Igreja, de termos uma presença maior para servir melhor nossas comunidades. Sentimos, ainda, a dificuldade de muitas Congregações terem novas vocações. Há congregações, inclusive, com dificuldade de dar continuidade a certos serviços na Igreja do Brasil.</p>
<p>6. O teólogo, padre Agenor Brighenti, um dos assessores do Congresso, disse que o mundo vive uma crise generalizada. Fala-se também de crise vocacional, inclusive da vocação para o matrimônio. Como o senhor vê as vocações neste contexto de crise?</p>
<p>Dom Leonardo &#8211; Estamos num outro tempo. Isso é real. No Documento de Aparecida e nas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil está presente a expressão que estamos numa ‘mudança de época’. Estamos entrando num outro tempo. Olhando para trás achamos que foi tranqüila a passagem do antigo para o medieval; do medieval para o moderno. Achamos essas mudanças normais porque não estivemos lá. A idade média, por exemplo, foi um tempo de passagem muito duro. Basta estudarmos bem a história da Igreja e os intelectuais da época para entendermos todo este novo tempo que estava surgindo. Eram escolas inteiras atrás de compreender como era a questão do mistério da encarnação de Deus. Tenho a nítida impressão de que estamos num tempo de passagem e este tempo é salutar. O que virá, a gente não sabe.</p>
<p>O autor que pesquisei para minha tese doutoral sobre o conceito de Deus já escrevia nos anos 1970 dizendo que devíamos nos preparar melhor para o novo tempo que estava por vir, isto é, ir nos abrindo mais, ir tentando compreender cada vez mais. Isso tudo à luz do Evangelho, da Palavra de Deus, do evento de Deus. Que nós estamos nesta crise é evidente. Às vezes nem compreendemos mais em que situação nos encontramos quando vemos, por exemplo, o grande número de pessoas (casadas) que se separam; dos que deixam a vida religiosa e o sacerdócio; das pessoas que se suicidam e das que estão em depressão. Ficamos espantados com o número cada vez maior de farmácias. Vivemos hoje da química para tentar equilibrar nossa existência. É o primeiro tempo da história da humanidade que se usa a química para tentar equilibrar a existência humana.</p>
<p>7. Isso se aplica também aos jovens?</p>
<p>Dom Leonardo – Claro! Por que da droga? A droga é química. Então, estamos neste tempo, não adianta negar. É preciso abrir os olhos, mas os olhos da fé, como dizia Santo Agostinho. Outros olhos não entendem o perpassar de Deus dentro desse tempo. Outros olhos não entendem que ali estão as sementes do Verbo. Como somos sempre, a partir do evangelho, homens de esperança, precisamos entrar dentro deste tempo para que consigamos perceber a presença de Deus, que está presente em todas estas questões que não compreendemos – aliás Deus não é aquele que compreendemos, mas uma eterna revelação -, e ajudar a fazer surgir o novo. Quero dizer com isso que a vida do evangelho tem algo a dizer. Crise quer dizer acrisolar, purificar.</p>
<p>8. Nada disso, então, deve desanimar os promotores vocacionais?</p>
<p>Dom Leonardo &#8211; Ao contrário, isso é para provocar, é para dizer: ‘tem algo aí se acrisolando’, que está nascendo. Como está nascendo o evangelho aí dentro? Não sabemos, mas isso é o grande desafio de nosso tempo: não saber e confiar. Isso é fé.</p>
<p>9. Os congressitas perceberam isso? Ficaram animados?</p>
<p>Dom Leonardo &#8211; Para se ter uma ideia, mais de 20 pessoas vieram me agradecer o Congresso, dizendo que ajudou muito, que os assessores foram muito bons, que a troca de experiências nos grupos e nas mini-plenárias foi muito boa. Sinto que existe um ânimo. Não sei se o Congresso será suficiente para intuir a passagem do tempo em que estamos. Provavelmente não.</p>
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		<title>2ª Ata do Congresso Vocacional do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 12:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 05 dias do mês de setembro de 2010, às 07h, na capela central da Casa de Retiro de Itaici, Indaiatuba (SP), deu-se início a Santa Missa, presidida pelo arcebispo de Campinas, dom Bruno Gamberini, e, animada pelo regional Sul 2. </p>
<p>Participação dos delegados e convidado fazendo intervenções e questionamentos, a partir do tema apresentado pelo assessor. </p>
<p>Na homilia, dom Bruno, destacou que o Evangelho aponta Jesus como Senhor do Sábado e lamentou que o Domingo já não seja respeitado como Dia do Senhor. Chamou-nos a atenção para a necessidade de uma sintonia do Congresso Vocacional com o objetivo geral da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. </p>
<p>Dom Sérgio da Rocha, presidente do DEVYM (Departamento de Vocações e Ministérios) do CELAM, para compor a mesa. Dom Sérgio destacou em sua fala que o CELAM está em comunhão com o Congresso do Brasil e lembrou que este Congresso também motiva para a realização do II Congresso Vocacional Latino Americano. Pe. Reginaldo salientou a presença do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV), que tem prestado um grande serviço à Igreja do Brasil. </p>
<p>Foi lida a carta do Cardeal Zanom Grocholevwsky que em sua mensagem destacou que “é preciso estimular os jovens a acolherem com coragem e generosidade o chamado que Deus lhes faz, sobretudo, na América Latina e no Brasil, onde a maioria da população é formada de jovens”. O assessor do dia, Pe. Agenor Brighenti, agradeceu o convite, saudou a todos e iniciou a exposição da temática: Vocações no atual contexto sócio-cultural e eclesial. Nosso olhar sobre as vocações no contexto atual se dá em meio a luzes e sombras de nosso tempo. </p>
<p>Estamos imersos numa época de profundas transformações, em escala planetária: crise civilizacional, mudança de época, crise das religiões, em que nos apodera um sentimento de orfandade. Três diferentes posturas diante da realidade: visão catastrófica, visão retrospectiva e visão prospectiva. </p>
<p>No decorrer de sua reflexão Pe. Brighenti apresentou dez ambiguidades:<br />
 1ª) Individualismo e novas formas de sociabilidade.<br />
 2ª) Economia de rapinagem e consciência ecológica.<br />
 3ª) Exclusão e busca de um outro mundo possível.<br />
 4ª) Desencanto com a política e irrupção da sociedade civil.<br />
 5ª) Crise das instituições e passagem da sociedade à multidão.<br />
 6ª) Inovação constante e exigência de maior flexibilidade<br />
 7ª) Crise de sentido e sede de Deus.<br />
 8ª) A volta do religioso e a religião do corpo.<br />
 9ª) A afirmação do simbólico e o escapismo do esotérico.<br />
10ª) A afirmação do simbólico. </p>
<p>Após a exposição do assessor, o Pe. Reginaldo abriu a palavra para as intervenções dos delegados.</p>
<p>Após esta atividade foram formadas seis miniplenarias, das quais relatores apresentaram o resultado dos trabalhos. Após as apresentações o assessor falou da riqueza de reflexão vinda dos grupos e, em seguida, fez algumas ponderações que serão encaminhadas para a equipe de redação. </p>
<p>O presidente do Congresso deu boas vindas ao Cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, que por sua vez fez uma bonita reflexão e destacou que o trabalho vocacional é fundamental para a Igreja. </p>
<p>Dom Odilo indagou: o que fazer para continuar a ter vocações para os ministérios ordenados e para a vida consagrada? Onde queremos jogar as nossas redes? Que lugar a pastoral vocacional ocupa? Ela deve ter um lugar privilegiado que é a comunidade eclesial. As vezes a ideia de vocação é muito vaga ou ilusória e, por isso mesmo devemos apresentar a identidade real da vocação. Encerramos o dia de trabalhos com a partilha de bonitas e ricas experiências de animação vocacional de alguns Regionais da Igreja no Brasil.</p>
<p>Pe. Paulo Batista<br />
Coord. SAV Regional Centro Oeste<br />
Secretário do III Congresso</p>
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		<title>1ª Ata do Congresso Vocacional do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 12:35:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja no Brasil]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 03 dias do mês de setembro de 2010, às 20h00, na capela central da Casa de Retiro de Itaici, Indaiatuba (SP), deu-se início ao III Congresso Vocacional do Brasil.</p>
<p>Aos 03 dias do mês de setembro de 2010, às 20h00, na capela central da Casa de Retiro de Itaici, Indaiatuba (SP), deu-se início ao III Congresso Vocacional do Brasil com a celebração de abertura, presidida pelo presidente do III Congresso Vocacional e membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e à Vida Consagrada (CMOVC – CNBB), dom Leonardo Ulrich Steineir, bispo da prelazia de São Felix (MT).</p>
<p>Terminada a celebração, os delegados e delegadas do Congresso, vieram em caminhada para o auditório Rainha dos Apóstolos. Pe. Reginaldo de Lima, assessor da CMOVC – CNBB, fez uma breve retrospectiva dos Congressos Vocacionais do Brasil, 1999, 2005 e do Ano Vocacional, 2003. </p>
<p>Em seguida acolheu  os delegados dos 17 regionais da Igreja no Brasil e os representantes dos diversos organismos, CRB, CNIS, CNP, CND, CNL, OSIB, POM, COMINA, DEVYM, PJ, IPV, Pastoral Familiar e Movimento Serra do Brasil. Também fez uma saudação especial aos convidados que vieram de outros países. Lembrou com ênfase os bispos presentes. </p>
<p>A mesa da presidência foi composta por dom Leonardo Ulrich Steineir, presidente do III Congresso. Ele destacou “que todos participem com ânimo, e se tivermos bons discípulos e discípulas missionários teremos muitas vocações na Igreja”. Dom Esmeraldo, presidente da CMOVC – CNBB tomou a palavra e disse  “que o nosso olhar deve estar voltado para as periferias das grandes cidades, para a Amazônia e para tantas outras realidades do Brasil, a fim de que esse olhar e coração unidos em Jesus Cristo, tenha uma pastoral vocacional que anime ainda mais toda a Igreja, a partir do que aqui vamos celebrar, refletir e assumir”.</p>
<p>Dom Dimas Lara, secretário geral da CNBB, também destacou em sua saudação sobre a importância da missão e disse: “meus irmãos e irmãs, podemos falar das necessidades da missão, em perspectivas nacionais e internacionais, esta é uma questão vocacional como falaram os bispos na última Assembleia. Em nome da CNBB acolhemos a todos com grande alegria e que todos saiam daqui para fazer discípulos missionários”. </p>
<p>Em seguida foi apresentada a equipe de assessores do III Congresso, Pe. Agenor Brighenti, diocese de Tubarão,  Pe. João Batista Libânio, SJ e Pe. Gilson Luiz Maia, RCJ.  O Pe. Reginaldo Lima convidou os membros da Equipe Executiva do Congresso para compor a mesa. Pe. Ângelo Ademir Mezzari, RCJ; Pe. Gilson Luiz Maia, RCJ; Ir. Maria Manuela Oliveira e Ir. Maria Luiza. Dom Leonardo agradeceu o trabalho de todos. Em seguida foi apresentada a equipe de secretaria, Ir. Ildaci Ferreira Soares, CFA; Pe. Geraldo Tadeu Furtado, RCJ e Pe. Paulo Batista e todas as equipes de serviço. Passou-se à leitura do Guia e Regimento do III Congresso Vocacional, que foi submetido à aprovação da Assembleia. </p>
<p>Encerramos o dia de atividades com uma apresentação do grupo de Balé “Sacro” da Arquidiocese de Campinas. Em seguida uma breve oração dirigida por dom Leonardo Ulrich Steneir e a bênção final. </p>
<p>CNBB</p>
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		<title>Começou o 3º Congresso Vocacional do Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 15:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[O 3º Congresso Vocacional do Brasil, com o lema: Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações (Mt 28, 19) e o tema: Discípulos Missionários...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O 3º Congresso Vocacional do Brasil, com o lema: Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações (Mt 28, 19) e o tema: Discípulos Missionários a serviço das vocações, teve início no dia de ontem no fim da tarde. Os delegados dos regionais da CNBB, mais os bispos referenciais dos regionais como também dos vários institutos da animação vocacional: IPV, Serra do Brasil, CRB, PJ, Catequese e membros da América Latina se fizeram presentes no Mosteiro dos Padres Jesuítas em Itaici – Indaiatuba/SP.<br />
As 19h os congressistas iniciaram com a janta e em seguida aconteceu a celebração de instalação do Congresso. Nesta celebração se fez memória dos Congressos e Anos Vocacionais anteriores. A presidência do Congresso na pessoa de Dom Leonardo, bispo de São Felix do Araguaia, que conduziu a celebração trouxe alguns pontos para a reflexão, principalmente que esse encontro de Animadores de todo o Brasil é para que seja tempo de intimidade com Jesus, a Palavra de Deus e a oração. Não viemos ao Congresso para aprender técnicas e dinâmicas de propaganda vocacional, mas estamos aqui para sermos discípulos missionários a serviço das vocações.<br />
Após a celebração, no auditório principal aconteceu as fala dos bispos: D. Leonardo; D. Bruno; D. Dimas; D. Esmeral e Padre Geovane, percebemos que “a partir da bondade e do serviço dos discípulos e missionários não faltarão a vocações a Igreja”, aprendemos que não basta o encontro com Jesus, Pilatos e o jovem rico também encontraram-se com Jesus; também não basta seguir Jesus pois os que comeram dos pães e peixes também seguiram Jesus. Fica o desafio de ser discípulo e missionário de Jesus. Recebemos o apelo de ir as grandes cidades e as regiões distantes da Amazônia.<br />
Com a leitura do regimento do Congresso foi encaminhado as equipes e assessorias. Depois antes do término do primeiro dia fomos presenteados com uma atração artística de um grupo de balé de Campinas que motivou a oração a Virgem Maria.<br />
Na manhã do segundo dia, com a missa, presidida pelo Arcebispo de Campinas, Dom Bruno, iniciamos o dia de atividades e reflexões do Congresso que conta com mais de 400 pessoas. Na primeira parte dos estudos Pe. Agenor Brighenti de Florianópolis expõe o seguinte tema: Vocações no atual contexto sócio-cultural e eclesial: “precisamos nos afastar da incapacidade de dialogar com uma sociedade, grávida de novos sinais dos tempos”.<br />
O Congresso está a todo vapor, acompanhe as informações e a reflexão, que a Igreja está manifestando sobre a PV/SAV nos próximos anos.</p>
<p>Padre Jairson Hellmann, scj<br />
Itaici, 4 de setembro de 2010</p>
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		<title>Censo 2010: Qual é sua religião? &#8211; Publicado em O SÃO PAULO</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 16:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias da Província BM]]></category>

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		<description><![CDATA[Censo 2010: Qual é sua religião?

O Censo de 2010 já está em pleno andamento e vai mostrar o rosto atual do Brasil, visto...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ecxyiv907618041">
<p><strong><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Censo 2010: Qual é sua religião?</span></strong></p>
</div>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">O Censo de 2010 já está em pleno andamento e vai mostrar o rosto atual do Brasil, visto a partir de muitos ângulos. Um deles, será o perfil religioso. Pessoas já visitadas pelos recenseadores informaram-me que a pergunta sobre a religião não é feita a todos; consta que seria só a cerca de 11% dos entrevistados e isso significa que a configuração religiosa será obtida, não a partir de dados gerais, mas por amostragem, como se faz, em geral, nas estatísticas.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Preocupa, porém, aquilo que vem depois da pergunta &#8211; “qual é sua religião?” No nosso caso, não basta responder &#8211; “sou católico”, ou &#8211; “minha religião é a católica”; o entrevistado é colocado diante de uma lista de nada menos que 27 opções de “católicos” ou de “religião católica”, supostamente diferentes. De fato, porém, boa parte das 27 alternativas &#8211; pelo menos 12 – não são de “outras” Igrejas ou religiões, mas de grupos, associações ou ritos de nossa própria Igreja/religião Católica Apostólica Romana. Para muitas pessoas, isso pode gerar confusão e perplexidade e os dados da realidade poderão aparecer distorcidos. Fica a pergunta sobre os reais motivos da formulação dessa questão no Censo.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">As Igrejas Católica Maronita, Católica Melquita, Católica Ucraniana, Católica Armênia e Católica Síria não são outras “eligiões” mas grupos de ritos diferentes da nossa própria Igreja Católica Apostólica Romana, todos unidos ao Papa. E “Catolicismo Apostólico Romano”, “Católico Congregado Mariano”, “Católico Congregação Mariana” também não são Igrejas nem religiões, mas Associações e grupos de nossa Igreja. Ainda outras denominações que aparecem no elenco de “religiões” podem gerar equívocos e falsificação dos dados. Católico renovado, Católico conservador, Católico Pentecostal, Católico tradicionalista, Católica Renovação Carismática, Religião Católica Apostólica Carismática são todas denominações que podem deixar nosso povo católico sem saber exatamente se trata de sua própria tendência dentro de nossa Igreja, ou se são mesmo outras religiões, desvinculadas da nossa Igreja Católica Apostólica Romana. Que fazer diante da possível confusão em relação à pergunta sobre a religião no Censo 2010?</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Antes de tudo, temos que constatar o fato: não somos os únicos que se apresentam como católicos, nem mesmo como católicos apostólicos romanos. Há vários grupos, não unidos com o Papa e a comunhão da nossa Igreja Católica, que usam esta mesma denominação. Isso mereceria um esclarecimento para nosso bom povo. Cada pessoa tem a liberdade de consciência e de religião; e tem o direito de saber quem é quem, em matéria de religião, e a qual grupo está aderindo. Verdade e religião não podem andar separadas. O uso equívoco da identidade religiosa lesa a liberdade religiosa dos outros.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Diante da questão posta sobre a religião pelo Censo 2010 caberá, depois, questionar a objetividade e a fidedignidade dos dados levantados. Enquanto isso, diante da pergunta sobre “qual é sua religião?”, nossos fiéis católicos precisam ser oportunamente orientados a responder: “sou católico apostólico romano”, ou “minha religião é a Católica Apostólica Romana. Dizer quem somos nós não ofende a ninguém. Quem desejar a lista das “Igrejas” ou “Religiões” católicas, poderá procurar na Internet, no site arquidiocesedesaopaulo.org.br.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">O Censo já está acontecendo. Qual é mesmo sua religião? Sua Igreja? &#8211; Somos “católicos”, e isso significa que nossa religião se propõe para todos os povos e culturas, sem restrições, para levar-lhes a Boa Nova do Reino de Deus, a luz, o sal e o fermento do Evangelho de Cristo. Somos “apostólicos” porque professamos a fé em Deus recebida de Jesus Cristo, através dos apóstolos, e conservada fielmente pelos legítimos sucessores dos apóstolos até nossos dias. Somos “romanos” porque nossa Igreja é congregada e presidida na verdade e na caridade pelo Papa, Sucessor do apóstolo Pedro, a quem Jesus encarregou de “apascentar as ovelhas e cordeiros de seu rebanho” (cf Jo 21,13-17) e de “confirmar os irmãos na fé” (cf Lc 22,32). S.Pedro derramou seu sangue por Cristo e pelo Evangelho em Roma; lá se encontra seu sucessor, ainda hoje; por isso, nossa Igreja é chamada Católica Apostólica “Romana”.</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Publicado em O SÃO PAULO, ed. de 24.08.2010</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Card. Odilo P. Scherer</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Arcebispo de São Paulo</span></p>
<div><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri;">Ao responder as questões alguns serão questionados sobre sua RELIGIÃO. (A pergunta não será feita à todos, somente alguns, pois a mesma será por uma amostragem).</p>
<p>Por isso ao responder sobre a religião que pertencemos devemos responder:</p>
<p><strong>IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA</strong></p>
<p>Se responder apenas CATÓLICO você será indagado sobre qual denominação eclesial. Pois no formulário é previsto 27 denominações.</p>
<p>IMPORTANTE: somos membros da <strong>IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA</strong></span></span></div>
<div>
<p><strong> </strong></p>
</div>
<p><strong></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">IGREJAS OU RELIGIÕES “CATÓLICAS” </span></strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri;"><strong>QUE APARECEM NO CENSO 2010:</strong> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Apostólica Brasileira</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Apostólica Carismática</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Apostólica Cristã</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Apostólica Ortodoxa</span></p>
<p><strong><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Apostólica Romana</span></strong></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Armênia</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Bizantina</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Brasileira</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Carismática do Brasil</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica do Brasil</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Maronita</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Melquita</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Não Apostólica</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Novo Mandamento</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Ortodóxica Armênica</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Ortodóxica Grega</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Ortodóxica Russa</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Pentecostal</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Renovação Carismática</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Renovada</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Síria</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Tradicionalista</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católica Ucraniana</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Catolicismo Apostólico Romano</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católico Congregação Mariana</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católico Congregado Mariano</span></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: medium;">Católico Conservador</span></p>
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		<title>Dom Adair José Guimarães, pede vigilância em nossas comunidades</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 16:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>

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		<description><![CDATA[Caros padres, irmãs e consagrados(as),
Bom dia.
Estamos vivendo uma série de roubos em paróquias por esse Brasil a fora. Cuidado com quem chega sabendo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;">Caros padres, irmãs e consagrados(as),</span><br />
<span style="font-size: small;">Bom dia.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Estamos vivendo uma série de roubos em paróquias por esse Brasil a fora. Cuidado com quem chega sabendo o nome do padre, dos coordenadores das pastorais e movimentos e etc., muito cuidado. Avise ao povo para não comprar nada e não ajudar a ninguém que chegue pedindo em nome da Igreja, do padre, do bispo ou de alguma instituição religiosa.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Ações mais frequentes que já vi:</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>1.Conto da Bíblia</strong>: Gente que vendem Bíblias em nome do padre e do bispo. Tem padre que cai na lábia destes larápios e até assinam autorização para que vedam as bíblias na próquia. Se custa R$ 60,00, vende por R$ 500,00. Geralmente pegam cheques pré datados e os descontam nos comércios da cidade onde as pessoas são conhecidas;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>2.Conto do mel</strong>: Gente que chega na secretaria ou casa paroquial sabendo que o padre não se encontra e diz ter vindo entregar tantos litros de mel encomendados pelo padre. A conversa é tão boa e clara que facilmente quem o atende paga e fica com o engôdo açucarado que de mel não tem nada;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>3.Conto dos panos de prato</strong>: Geralmente chegam três mulheres vendendo panos com desenhos bonitos e chamativos e distraem a secretária ou quem as recebe na casa paroquial. Enquanto isso uma entra na casa e faz o roubo;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>4.Conto do roubo:</strong> O sujeito chega muito bem arrumado e com certo desespero diz ao padre ou à irmã que foi roubado e ficou sem nada para voltar para MG ou outro estado onde é atuante na Igreja, inventa o nome do padre e da pastoral que trabalha. Umas cuidadosas perguntas são suficientes para botar abaixo a mentira do sujeito. Mas tem padre e irmã muito sensíveis que acabam sendo banhados com a lábia do larápio e caem no conto;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>5.Conto da mãe ou do pai morto</strong>: Esse é engraçado, o sujeito(a) chega aos prantos dizendo que o pai ou a mãe morreu e o corpo está numa cidade distante e ele quer trazer o cadáver para sua cidade, geralmente um povoado bem conhecido, e precisa de ajuda para ir buscar o féretro. Basta perguntar em qual funerária está o cadáver para começar o processo de desmascaramento;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>6. Conto do Agente da Rede Vida de Televisão</strong>: Chegam bem vestidos e visitam as casas em nome da Rede Vida e pede ajuda para manutenção da mesma. Geralmente não pede dinheiro vivo, mas insiste para que a pessoa faça um doação numa conta bancária. Na verdade a conta é fantasma e o bandido está do outro lado sacando tudo que vai sendo depositado;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>7.Conto do Missionário e agente da Obra de Maria</strong>: Esse chega com tanta coisa religiosa para vender, desde terço, bíblias e imagens do Pe. Cícero, dizendo ser missionário da Obra de Maria e as vendas é para ajudar na manutenção dos serviços de evangelização, com autorização do padre e do bispo. Tem gente que compra muito para ajudar e na verdade é um espertalhão que está na sua porta;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>8.Conto do restaurador sacro</strong>: Esse chega com várias cartas de bispos, seminários, mosteiros e até de bispos de outros países que fizeram trabalho com ele e recomenda aos outros. Os mostruários são bonitos e acaba conversando o padre e fazer o serviço caro e depois de alguns dias o padre descobre que tudo é falso. As notas fiscais fornecidas e as cartas apresentadas são todas falsas;</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><strong>9.Conto com seminarista carente</strong>: A rapaz chega dizendo ser seminarista de uma congregação ou diocese distante, dizendo estar fazendo um trabalho de evangelização e vendendo alguns objetos religiosos para cobrir suas despesas no seminário e comprar os paramentos para sua ordenação que se aproxima. Geralmente sabe o nome do pároco e do bispo e diz ter autorização para fazer isso. As vezes reza com as pessoas e até recita o terço, mas tudo para confundir suas vítimas;</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Cuidado com vendedores que aparecem na sua porta. Não compre, pois todos sabem onde podemos adquirir o que precisamos.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Enfim, é preciso ter muito cuidado com todos esses falsários. Avisem nas Igrejas sobre isso, alertem o povo, pois as pessoas são simples e facilmente acreditam nas metiras de quem usa o nome de Deus ou da religião para roubar. Sejamos atentos. Quando o padre fala disso ao povo, geralmente fica mais difícil ocorrer os latrocínios. As secretárias e as funcionárias da casa paroquial precisam ser treinadas para isso. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Um grande abraço a todos(as), + Dom Adair</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dom frei Leonardo Ulrich Steiner, fala sobre o 3º Congresso</title>
		<link>http://scj.org.br/site/dom-frei-leonardo-ulrich-steiner-fala-sobre-o-3%c2%ba-congresso/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 03:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja no Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Episcopal Pastoral para os  Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, por meio da Pastoral  Vocacional, realizará o 3º Congresso Vocacional do Brasil, de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Episcopal Pastoral para os  Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, por meio da Pastoral  Vocacional, realizará o 3º Congresso Vocacional do Brasil, de 03 a 07 de  setembro, na cidade de Indaiatuba (SP). Os últimos preparativos para o  Congresso foi fechado ontem, 23, na sede da Conferência Nacional dos  Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF). Durante todo o dia, a Equipe  Executiva do Congresso ficou reunida debatendo os últimos detalhes do  evento.</p>
<p><img src="http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/domleonardoulrich3cv.jpg" alt="domleonardoulrich3cv" width="248" height="300" /></p>
<p>“Este  congresso, além de resgatar o que foi refletido nos congressos  anteriores, tentará transmitir todos os ensinamentos do Documento de  Aparecida”, explicou o integrante da Comissão Episcopal Pastoral para os  Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom frei Leonardo Ulrich  Steiner. Dom Leonardo destacou também que as inscrições para o evento  estão sendo realizadas através dos Regionais da CNBB. “Esperamos  aproximadamente 400 pessoas, vindas de todo o Brasil, do Uruguai e com  representantes do Vaticano e do Conselho Episcopal Latinoamericano  (CELAM)”, explicou o bispo.</p>
<p>Segundo o assessor da Comissão Episcopal  Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da CNBB,  padre Reginaldo de Lima, esta foi a terceira reunião feita pela Equipe  Executiva, e nela [reunião] se estabeleceu a grade de programação, a  dinâmica das apresentações e todos os detalhes que cercam este  “importante” evento.</p>
<p>Alguns detalhes diferenciam esse  congresso dos demais. Um detalhe será o espaço para contribuição direta  do público, com intervenções diretas aos palestrantes. O outro será a  formação de 18 grupos, formados pelos participantes, que farão  mini-plenárias isoladamente. Desses grupos, seis pessoas serão  convocadas para apresentar o que fora debatido com o restante,  integrando as ideias e dinamizando o processo formador, destacou padre  Reginaldo.</p>
<p>Os Congressos anteriores se abriram para  as questões da antropologia e da cultura vocacional, da inculturação e  da evangelização, da oração e da espiritualidade, da integração das  pastorais, da pedagogia e do planejamento, do itinerário vocacional.  Este ano, o tema será “Discípulos missionários a serviço das vocações”, e  o lema “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações”.</p>
<p>Veja abaixo a programação completa do 3º Congresso Vocacional do Brasil</p>
<h4>PROGRAMA DO ENCONTRO</h4>
<p><strong>O3/02 – Sexta-feira</strong><br />
20h00 – Celebração de abertura<br />
20h30 – Instalação do Congresso<br />
21h15 – Encenação<br />
22h00 – Reunião com coordenadores e secretários</p>
<p><strong>04/02 – Sábado</strong><br />
07h00 – Eucaristia<br />
08h30 – 1ª Sessão – Encaminhamentos<br />
09h00 – Conferência. Tema: Vocações no atual contexto sócio-cultural e clesial, Pe. Agenor Brighenti.<br />
11h00 &#8211; Intervenções<br />
12h00 – Intervalo e convivência entre os participantes<br />
14h00 – Animação<br />
14h15 &#8211; Oração<br />
14h30 – Trabalho em grupo<br />
16h30 – Mini-plenária<br />
17h30 – Plenária / Resgate do dia<br />
18h30 – Oração<br />
20h15 – Experiências Vocacionais<br />
21h30 – Reunião com coordenadores e secretários</p>
<p><strong>05/02 – Domingo</strong><br />
07h00 – Eucaristia<br />
08h30 – 1ª Sessão – Encaminhamentos<br />
09h00 – Conferência. Tema: Teologia do discipulado e da missão, Pe. João Batista Libanio.<br />
11h00 &#8211; Intervenções<br />
12h00 – Intervalo e convivência entre os participantes<br />
14h00 – Animação<br />
14h15 &#8211; Oração<br />
14h30 – Trabalho em grupo<br />
16h30 – Mini-plenária<br />
17h30 &#8211; Plenária / Resgate do dia<br />
18h30 – Oração<br />
20h15 – Confraternização<br />
21h30 – Reunião com coordenadores e secretários</p>
<p><strong>06/02 – Segunda-feira</strong><br />
07h00 – Eucaristia<br />
08h30 – 1ª Sessão – Encaminhamentos<br />
09h00 – Conferência. Tema: Questões práticas, Pe. Gilson Maia.<br />
11h00 &#8211; Intervenções<br />
12h00 – Intervalo e convivência entre os participantes<br />
14h00 – Animação<br />
14h15 &#8211; Oração<br />
14h30 – Trabalho em grupo<br />
16h30 – Mini-plenária<br />
17h30 &#8211; Plenária / Resgate do dia<br />
18h30 – Oração<br />
20h15 – Encontro por regionais<br />
21h30 – Reunião com coordenadores e secretários</p>
<p><strong>06/02 – Terça-feira</strong><br />
07h00 – Eucaristia<br />
08h30 – Apresentação do texto conclusivo<br />
09h00 – Conferência. Tema: Questões práticas, Pe. Gilson Maia.<br />
11h00 – Aprovação do Documento<br />
12h00 – Celebração de envio</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Leigos, na cidade dos homens, construtores da cidade de Deus</title>
		<link>http://scj.org.br/site/leigos-na-cidade-dos-homens-construtores-da-cidade-de-deus/</link>
		<comments>http://scj.org.br/site/leigos-na-cidade-dos-homens-construtores-da-cidade-de-deus/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 01:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>

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		<description><![CDATA[No mês das vocações, destacamos a  vocação dos cristãos leigos e leigas. São todos os membros da Igreja que  vivem sua fé e sua consagração...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No mês das vocações, destacamos a  vocação dos cristãos leigos e leigas. São todos os membros da Igreja que  vivem sua fé e sua consagração batismal nas condições ordinárias da  vida: na família, nas profissões, no mundo da cultura ou exercendo  responsabilidades sociais. É esse imenso povo de Deus presente em todo o  tecido social, permeando-o com o sal e fermento do Evangelho e  irradiando sobre as realidades deste mundo a luz de Cristo, que ilumina  sua própria vida.</p>
<p>Com frequência, somos levados a  considerar como “cristãos leigos” apenas aqueles que realizam atividades  pastorais no ambiente eclesial propriamente dito. Certamente, a sua  participação na vida da Igreja, naquilo que lhe compete, é de suma  importância e a Igreja agradece a sua colaboração generosa nas diversas  responsabilidades das comunidades eclesiais, como a catequese, a  animação litúrgica ou as muitas formas de ação pastoral e  administrativa. No entanto, nem todos os fiéis leigos poderiam estar  empenhados em alguma pastoral.</p>
<p>De fato, porém, a vocação primordial dos  fiéis leigos é testemunhar a novidade do Reino de Deus no “mundo  secular” (cf LG 31), lá onde a Igreja não está presente de forma  institucional. Trata-se de um vastíssimo e desafiador campo para a ação  missionária da Igreja, a ser atingido sobretudo através dos leigos. A  vida na comunidade eclesial, as celebrações litúrgicas e as organizações  eclesiais são momentos e espaços necessários para o cultivo e a  alimentação da fé, para o suporte e o preparo para a ação no mundo; toda  a vida do cristão leva à Eucaristia e, dela, tira sua força toda a  fecundidade para a vivência apostólica diária. O mesmo poderia ser dito  da Palavra de Deus: dela parte todo impulso para a missão e, ao mesmo  tempo, toda ação cristã no mundo requer constante retorno à Palavra de  Deus para iluminar, discernir, encorajar e sustentar a vivência da fé.  Mas a vida cristã não se restringe a esses momentos e espaços.</p>
<p>Na solenidade da Assunção de Nossa  Senhora ao céu, celebrada dia 15 de agosto, apareceu mais de uma vez a  menção do simbolismo bonito da “arca de Deus”, introduzida na cidade  santa (1Cr 15; Sl 131/132). A arca continha as tábuas da Lei de Deus e  lembrava sempre a Aliança de Deus com seu povo no sopé do Sinai: “se  guardardes as minhas palavras, minhas leis e mandamentos (&#8230;), eu serei  o vosso Deus e vós sereis o meu povo”. Depois de edificar a cidadela de  Sião (Jerusalém), Davi introduziu nela a arca para simbolizar a  permanente presença salvadora de Deus com seu povo (cf 1Cr 15). E a  observância da suprema Lei era sinal de fidelidade do povo ao seu  compromisso para com Deus: “Faremos tudo o que o Senhor nos ordenar”. Ao  mesmo tempo, esta fidelidade a Deus ordenava o convívio social e  assegurava a paz.</p>
<p>A imagem da arca é aplicada a Maria, que  nos trouxe o Salvador e supremo revelador da vontade de Deus. Bonito é o  Evangelho da visita de Maria à sua prima Isabel (cf Lc 1,39-56); ela é a  arca da Aliança introduzida na casa de Zacarias e Isabel; a casa fica  cheia de Deus! Elevada ao céu, Maria é a arca de Deus introduzida  solenemente na “cidade santa”, a Jerusalém celeste e definitiva, anúncio  e sinal da plenitude da redenção, quando também a morte será vencida  (cf Ap 11,19; 12,10).</p>
<p>A imagem da arca também se aplica à  Igreja que, à imagem de Maria, e tem a missão de ser o sinal da perene  presença e ação salvadora de Deus no meio dos homens. A comunidade  cristã, Igreja viva, e cada um de seus membros, deve irradiar o reino de  Deus no mundo; pela ação missionária da Igreja, a cidade dos homens,  edifica-se em cidade de Deus, até que chegue o grande “dia do Senhor”.  Esta missão cabe, de maneira especial, aos cristãos leigos e leigas, que  estão em contato direto com as “realidades terrestres” e atuam no  “mundo secular”.</p>
<p>O Concílio indica que é lá que os leigos  são chamados por Deus “para que, exercendo seu próprio ofício guiados  pelo espírito evangélico, como o fermento na massa, de dentro contribuam  para santificar o mundo. E assim manifestem Cristo aos outros,  especialmente pelo testemunho de sua vida resplandecente de fé,  esperança e caridade” (LG 31). Vocação bonita e missão grandiosa, para  cuja realização podem contar com a fidelidade de Cristo Salvador, que os  envia: “eu estarei sempre convosco, até o fim dos tempos” (Mt 28,20).</p>
<h4>Cardeal Odilo Pedro Scherer</h4>
<p>cnbb.org.br</p>
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		<title>“Misión Corazón de Jesus, Pa’i Dehon”.</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 12:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congregação SCJ]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Assunção, 17 de Agosto de 2010.</p>
<p>Queridos amigos em Cristo Jesus, paz e bem. Neste final de semana tivemos aqui no Paraguai a inauguração da nova casa missionária, que se chama <strong>“Misión Corazón de Jesus, Pa’i Dehon”.</strong> No dia 13 começaram chegar os superiores: Pe. Léo (BM), Pe. Atilio (Argentina), Pe. Eufrasio (Uruguay), Pe. Julian (Chile), Pe. Claudio Weber de Roma, Pe. Simão e um leigo de Brusque, Altamir.   </p>
<p>A chegada foi de muita alegria da parte de missionários e da parte dos padres visitantes. No sábado de manhã as 9h o Bispo de Assunção Monsenhor Pastor Cuquejo, veio nem nossa casa para abençoar a casa e depois fomos a missa de abertura na comunidade São Julian. Estiveram presentes muitos sacerdotes, religiosos e leigos. A celebração foi muito bem preparada pelo povo das comunidades. O bispo falou várias vezes da alegria de inaugurar essa missão e o quanto vai fazer bem para o Paraguai.</p>
<p>Depois da missa partilhamos alguns alimentos típicos do Paraguai e voltamos para nossa casa. Na parte da tarde o Pe. Cezar e o Pe. Mário foram a Alberdi para terminar os preparativos.  As 17h fizemos um momento de adoração eucarística com o povo. Este momento foi marcado pela “tomada de posse”, onde assumi como superior local da missão do Paraguai. Confesso que estava muito feliz de ter chegado a inauguração da casa, porque tivemos a ajuda de muita gente aqui do Paraguai e de outras partes. No momento de agradecer não conseguir conter as lagrimas de tanta emoção&#8230;</p>
<p>No domingo fomos rezar missas nas comunidades e conhecer as comunidades missionárias. Domingo a tarde tivemos uma reunião para apresentar o projeto da missão e a caminhada feita até o momento. A noite tivemos um gostoso jantar oferecido por uma benfeitora da casa.</p>
<p>Na segunda fomos a Alberdi. Saímos de nossa casa as 8h e chegamos em Alberdi as 12h. O Caminho desta vez estava muito bom.  A tarde tivemos uma reunião com todos os missionários e os superiores expressaram a alegria de encontrar os missionários bem e com uma boa organização.  As 18h tivemos a missa de posse de pároco na paróquia Sagrado Coração de Jesus e as paróquias Nossa Senhora de Rosário. O Pe. Cezar assumiu como pároco e o Pe. Mario o vigário. Tiveram 26 padres presentes, dois bispos e muita gente da paróquia. Depois da missa partilhamos um bom churrasco e depois voltamos a Assunção.</p>
<p>Agradeço a todos pelo apoio e orações para com a missão e a casa está aberta para todos. Viva o Coração de Jesus!</p>
<p> Pa’i José Arildo Ferrari, SCJ.</p>
<p><a href="http://scj.org.br/site/interatividade/fotos/" target="_blank">Veja imagens da missão aqui</a></p>
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