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Falecimento do Pe. Humberto, scj

31.08.2011

O Santuário Sagrado Coração de Jesus de Joinville registra com grande pesar o falecimento do Pe. Humberto Domingos Penso, SCJ, conhecido carinhosamente como “Tigrão”, às 5h da manhã do dia 31 de agosto. O sacerdote estava internado há 17 dias no Hospital Dona Helena.

Três missas marcam a despedida dos fiéis, celebradas às 16h e 19h desta quarta-feira e às 8h de quinta. Centenas de admiradores e amigos do Pe. Humberto são esperados para velar o seu corpo e prestar homenagens ao tão querido sacerdote. O enterro acontece no cemitério do Seminário de Corupá/SC.

Uma vida de doação e amor

De garoto travesso a sacerdote missionário do Sagrado Coração de Jesus. Pe. Humberto Domingos Penso, SCJ, conhecido carinhosamente como “Tigrão”, carrega histórias e mais histórias de sua vida sacerdotal.

Neto de italianos vindo para o Brasil em busca de melhores condições de vida, e natural de Iômere, no Vale do Contestado, Pe. Humberto herdou da família o amor pela Santa Igreja e pelo cuidado com o povo mais sofrido. A casa da família recebia os sacerdotes que apareciam para batizar, casar e doutrinar. “Eu venerava esses missionários”, conta Pe. Humberto.

A semente do amor pela vocação sacerdotal já estava enraizada no coração do jovem. Quando o pai ia enviar o irmão mais velho para o Seminário de Corupá, ele se negou a ir. “Bem, falou o pai, se ele não quer, podem levar o Humberto que está vibrando para ir”. Foi a oportunidade do pequeno Humberto seguir o chamado que Deus lhe fazia.

Fez o noviciado em Castro/PR, o curso de Filosofia em Brusque e Teologia em Taubaté/SP. No dia 28 de junho de 1953, ele se tornara padre do Coração de Jesus. Em 1954 passou rapidamente por Joinville, a fim de substituir o Pe. Augusto Weicherding. “Foi meu primeiro contato com o povo desta bela urbe, operosa e dinâmica, nesta cidade florida”, acrescenta.

Missionário do Sagrado Coração

Após várias transferências, foi enviado para as Missões no Maranhão, onde se tornou Superior da Missão por quase 15 anos, em Pindaré Mirim. A malária (que teve cinco vezes), os problemas no coração e a diabetes obrigaram o padre a se despedir nos sertanejos, caboclos e índios que tanto evangelizou e amou. “A vida do missionário é um constante inserir-se na cultura e vivência de um povo, doar-lhe a vida e partir para onde o Espírito de Deus nos chama”, explica Pe. Humberto.

E qual é o segredo de tanta disposição? “O que me faz feliz como padre é gostar demais de minha vocação sacerdotal”, finaliza o missionário sacerdote do Sagrado Coração de Jesus.


 Todo velório de P. Humberto será realizado no Santuário.
Missas no Santuário: 
No dia de Hoje (31.08.2011)
16hs Presidida pelo Bispo de Joinville Dom Irineu
19hs Presidida pela Comunidade dos Religiosos de Joinville
Amanhã (01.09.2011)
8hs Missa no Santuário de Joinville e logo após será levado para o Seminário de Corupá onde será sepultado (Não hávera missa em Corupá).

 

 

 

P. Humberto Domingos Penso:

 

P. Humberto é natural de Capinzal/SC e nasceu no dia 29 de julho de 1928. É filho de Pedro Penso e Maria Dodoni Penso, descendentes de imigrantes italianos que colonizaram o Rio Grande do Sul e o oeste catarinense.

 

Iniciou a sua formação de uma forma curiosa: seu irmão mais velho seguindo a tradição familiar seria enviado ao seminário, porém, no último instante, desistiu. O menino Humberto, então com 9 anos de idade, pediu para ir em seu lugar, e foi assim que ingressou no Seminário de Corupá. Só retornou a casa dos pais dois anos depois, apesar da saudade imensa que sentiu da sua família, segundo relato dele.

 

P. Humberto fez o Postulantado e o Noviciado na cidade de Castro/PR, a Filosofia em Brusque/SC e a Teologia em Taubaté/SP. No dia 28 de junho de 1953 foi ordenado sacerdote.

 

Seu primeiro trabalho foi como professor no Colégio Dehon, em Tubarão/SC.

No ano de 1954 trabalhou em Joinville, auxiliando o P. Augusto Weicherding, que havia ficado afônico. Apesar do curto período (3 meses) fundou um time de futebol infantil.

Depois lecionou no Seminário de Corupá/SC e em Lavras/MG.

No período seguinte, P. Humberto trabalhou como vigário em Formiga /MG, depois em Brusque/SC e em seguidaem Rio Negrinho/SC.

 

Foi trabalhar em Pindaré-Mirim, no Maranhão em fins de1968, como vigário e Superior das Missões. Integrou a primeira turma de missionários naquelas terras. Trabalhou no Maranhão por quase 15 anos e lá contraiu malária em 5 ocasiões e, em conseqüência do tratamento a base de quinino, passou a ter dificuldades auditivas.

 

De volta ao Sul, em 1981, foi vigário paroquial em Cianorte. No ano seguinte foi nomeado pároco de São Sebastião, em Parada de Lucas, Rio de Janeiro. Em 1987 assumiu a paróquia Nossa Senhora Aparecida em Oxford, São Bento do Sul, onde permaneceu até 1994, quando foi para Indianópolis, como vigário paroquial. Em 1999 passou a exercer a mesma função na paróquia São Judas Tadeu de terra Boa, PR.

 

Trabalhando em Joinville/SC desde março de 2004, P. Humberto, atraindo a todos com seu bom humor e com as histórias que sabe contar como ninguém. Mas cativou principalmente as crianças. Brincava com os pequenos, desenhava figuras de animais em seus braços, dava-lhes pirulitos e realizava a comunhão espiritual nas missas em que era presidente.

Mas não somente as crianças P. Humberto tratava com carinho e cuidado, também os doentes que visita nas casas, nos hospitais, sempre sereno e atencioso.

Carinhosamente chamado de “Tigrão” por seus amigos, ele muitas vezes estendeu o apelido às crianças, chamando-as de “tigrinho”.  Já para as mulheres da comunidade paroquial, reserva a doce expressão “mãezinha”.

 

Suas limitações físicas nunca o impediram de participar da nossa vida celebrativa, da pastoral, das formações e dos momentos de confraternização.

 

Desde que chegou a nossa paróquia, ele nos deu um testemunho diário de que a entrega da própria vida por amor a Deus e ao próximo é a melhor forma de louvar e amar o Senhor da Vida.

 

 

Algumas Lembranças do Tempo da Missão, no Maranhão:

“Quando cheguei a Pindaré não havia absolutamente nada, as ruas eram as águas do rio. Tínhamos que ficar dias remando e marcando pontos onde realizaríamos as missas. As casas eram de barro e palha. O povo vivia da pesca e do plantio de frutas e verduras. Não havia ambição, o pouco que se tinha era dividido entre todos da aldeia. Os moradores dormiam em redes e a comida era feita em buracos no chão. Apesar das casas serem pequenas tinha espaço para todo mundo”.

 

“Os 2 maiores desafios na missão eram a malária e a pobreza”.

 

“O trabalho com os doentes me marcou muito. Eles eram muito necessitados. Conseguir alguns remédios era muito gratificante para mim.”

 

“Um momento no qual senti a presença de Deus ao meu lado foi a festa de São Pedro; fizemos a procissão com as canoas e o povo ficava, durante 3 dias, batendo tambor nas igrejas, adorando o Senhor e despertando a fé de muitos. Aquele povo tinha sede de Deus.”

 

“Num domingo estávamos indo para as missas da mata, subindo o rio Pindaré de canoa, passou uma lancha grande e o banzeiro (onda) afundou a nossa canoa. Por sorte havia um banco de areia e a água só batia no peito, mas encharcou tudo e fomos secar a roupa no sol. As hóstias que eu levava num corporal no bolso da camisa molharam também. Fui então secar as partículas consagradas em cima de um toco caído. No descuido, veio um cartaxo (passarinho martim pescador), e pic, pic, pic, comeu as duas hóstias! Tudinho… foi a primeira vez que vi um passarinho fazer a primeira comunhão.”

 

“Um dia durante a missa um homem veio e acendeu o cigarro na vela do altar. Fiquei olhando pra ele e perguntei: de onde o senhor veio? Ele respondeu do “Velho Mundo”, que era uma aldeia próxima. Respondi pra ele: é deve ser do velho porque neste mundo aqui ninguém faz isso. Naquele mesmo lugar, em outra ocasião uma mulher trocou a fralda do filho sobre o altar enquanto eu dava a comunhão…”

 

“Quando atravessávamos o lago Tucum, a caminho da aldeia dos índios Guajajaras, tínhamos que ir todos, homens e animais, em cima da mesma canoa por causa dos poraquês (peixe elétrico), das piranhas e dos jacarés. Certa vez um cavalo não quis entrar na canoa e fugiu para uma ilhota próxima. Na mesma hora os poraquês o atacaram, fazendo-o zurrar de dor. Fomos com a canoa buscá-lo e o cavalo entrou rápido, mas olhava para a água e zurrava de medo.”

 

“Apesar das dificuldades enfrentadas durante todo o tempo, louvo a Deus pelos 15 anos que passei em missão no Maranhão e sou muito grato àquele povo que me acolheu com tanto amor e que me proporcionou momentos de felicidade.”

Comentários:

  • SCJ.ORG.BR (Autor) - 31.08.2011 às 16:12

    Não conheci pessoalmento o padre Humberto, mas posso dizer, que tenho uma imagem dele muito bela e própria, parece contraditório mas não é. Ouvi histórias sobre ele aqui no Maranhão. São recordações que o povo de Pindaré Mirim ( a nossa primeira paróquia em terras maranhenses (26/11/68) narram com muita saudade. A imagem que eu tenho dele é de fato a de uma padre feliz, acolhedor e simpático. As pessoas que aproximavam dele eram bem acolhidade e saiam com uma marca no braço (principalmente as crianças) ele gostava de desenhar, de deixar sua marca. Há uma outra marca que ele deixou no coração do nosso povo em Pindaré, foi a marca de um dehoniano apaxonado pelo Coração de Jesus e apaixonado pelo coração humano.
    Descanse em paz “tigrão” e que o Bom Deus conceda um lugarzinho especial no seu seio…
    ~Saudações a todos os confrades dehonianos da provincia,
    Pe. Ronilton, SCJ e Dom Geraldo Dantas – religiosos e padres dehonianos do Maranhão e Pará

  • SCJ.ORG.BR (Autor) - 31.08.2011 às 16:13

    Querido Pe. Humberto, lembre – se de nós quando estiver a direita do Pai!
    eliani_cotec@hotmail.com

  • pe. Airton scj - 31.08.2011 às 17:14

    Pe. Humberto, estou no Maranhão, tbém passei 4 anos as margens do Pindaré,que vc tanto gostou. Passamos 5 anos em Terra Boa-Pr, onde fizemos idas vindas até Iumerê-SC, no Edmundo e a Clari.
    No final vc foi pra Joinville e eu voltei pro nosso Maranhão. Parabéns Tigrão, vc sempre foi forte “bode que é bom não bera” vc me dizia. Saudações a toda Família, de modo especial a Clari e a minha maninha feira, colega de viagens. Abraço a todos, pe. Airton e rezo aqui de longe por vocês…

  • leticia do prado gonaçalves - 31.08.2011 às 17:29

    Meus pesames para a familia do padre hunberto!
    Estou muito grata por ter convivido com ele. na infancia missionaria!

    SEMTIREI MUITO SUA FALTA PADRE HUNBERTO………

  • Elizandro - 31.08.2011 às 17:35

    Grande homem de Deus! Vou sentir saudades de quando antes de tocar a missa ele me olhava e dizia “Oi tigrão, pode cantar tudo sim” Aquele sorriso fazia a diferença!

  • leticia do prado gonaçalves - 31.08.2011 às 17:54

    Padre hunberto foi fiel a todos que amava. Espero Que onde ele esteja agora esteja muito feliz.por que ele deixou marcas nas nossas vidas…

    MUITO OBRIGADO POR EXISTIR PADRE HUNBER!!!

  • Edina s. soares - 31.08.2011 às 20:13

    Minha familia e amigos da paróquia estamos muito triste por nos deixar ,mas sabemos tudo que fizeste aqui na terra,sabemos que DEUS precisa de você no lado dele para olhar por nós.agradecemos todas as suas palavras de amigo, consolo,alegria e sabedoria. proteja-nos de todo o mal .amém.

  • Èrica Roxo - 31.08.2011 às 20:21

    Agradeço a Deus pela oportunidade de ter conhecido Pe. Humberto,pessoa maravilhosa ,cheio de fè,amor,dedicação ao Reino,agora fica a saudade e as boas recordações,jamais o esqueceremos.

  • pe. Airton scj - 31.08.2011 às 7:35

    Nossos sentimentos pela partida do pe. Humberto, aos parentes amigos e conhecidos deste grande missionário dehoniano. Clari, Ir. Neli e toda família, saudações do pe. Airton

  • Carlos Alberto dos Santos - 31.08.2011 às 10:58

    Deus capacita os escolhidos. Pe. Humberto foi um deles, um irmão não aceitou o chamado mas ele se fêz presente e deu um passo a frente. Pelo histórico apresentado fêz grande missão no Maranhão divulgou o Evangelho e a partilha “Ir ao Povo” como queria e quer o fundador da congregação Veneravél Pe. Dehon. Que Deus abençoe e receba nosso irmão Pe. Humberto na graça.
    Beto (LD) Taubaté SP

  • Teresinha Batalha - 31.08.2011 às 17:22

    Foi com grande pesar que recebi a notícia da morte do querido Pe. Humberto. Moro em Pindaré, lembro muito bem dele… fui batizada por ele, dele recebi minha primeira eucaristia e foi a ele que fiz minha primeira confissão. Nós, crianças da época, tínhamos coleção de santinhos, por ele distribuídos. Gostava de pescar. Deus quiz que o primeiro Dehoniano que viesse prá cá fosse um pescador, como São Pedro, nosso padroeiro. Descanse na Paz de Deus!

  • NOS (polaco) E IOLANDA - 31.08.2011 às 20:18

    Padre Humberto (amigo Tigrão) O sr. vai deixar muita saudades. Obrigado pelo grande amigo que foi conosco. Que Deus te acolha em sua infinita misericórdia. O sr. merece uma eternidade feliz

  • OSCAR DE CARVALHO - 31.08.2011 às 21:22

    O CÉU ESTA MAIS FELIZ COM CERTEZA COM A CHEGADA DO PADRE HUMBERTO, COM SUA ALEGRIA E SIMPLICIDADE, QUE SEMPRE ELE TEVE COM TODOS QUE ELE CONVIVEU, A COMUNIDADE SÃO MIGUEL ARCANJO DE FIGUEIRA DO OESTE, PAROQUIA SÃO JUDAS TADEU DE TERRA BOA, JAMAIS ESQUECERÁ DOS MOMENTOS QUE PASSAMOS AO SEU LADO, UM ABRAÇO A TODA A SUA FAMÍLIA,
    OSCAR DE CARVALHO E SUA FAMÍLIA.

  • Teresinha Batalha - 31.08.2011 às 21:44

    Foi com muita tristeza que soube do falecimento do querido pe. Humberto. Moro em Pindaré, cidade onde ele morou e exerceu tão bem o seu ministério. Fui batizada por ele, foi dele que recebi minha primeira eucaristia e foi com ele que fiz minha primeira confissão. Nós, crianças da época, guardávamos com carinho, todos os santinhos que ele carinhosamente distribuía aos pequeninos. Foi o primeiro dehoniano desta cidade (e do Maranhão). Para esta terra de pescadores, quis Deus que viesse um padre pescador, assim como São Pedro nosso padroeiro.
    Descanse na paz de Deus!

  • angela - 31.08.2011 às 21:53

    Como doi a sua morte,porém sei que sua missão foi dignamente cumprida, sei que a sua passagem emanou tanta luz que levou consigo muitas
    almas que estavam necessitadas. De todas as formas só fazes o bem. Para nós resta o seu exemplo e muita saudade, estamos sem o nosso amado Tigrão,porém sabemos que estás perto de Jesus que cuida também de todos nós!
    Saudades!!

    ——————————————————————————–

  • Carlos - 31.08.2011 às 23:24

    Com certeza, o padre Humberto foi muito bem recebido pelos anjos e pela Luz que é JESUS e de lá ele irá mandar para os fiéis as bençãos do céu.Fique na paz meu querido e amado Padre Humberto!!!

  • Vinicius Henrique - 31.08.2011 às 19:26

    O padre Humberto, Foi uma das pessoas que mais marcaram na minha vida, fui por 5 anos coroinha, e em todas as missas ele nos alegrava com sua simplicidade e seu carinho, seus desenhos nos braços das crianças (Desenhava perfeitamente), era um atrativo a mais, para todos chegarem mas perto de deus. Pe Humberto aonde estiver, saiba que você vai fazer muita falta para todos que lhe conheceram, Hoje O céu está mas alegre, e a comunidade de Figueira D´Oeste, mais triste. Que Deus conforte o Coração de todos os familiares. Um Abraço. :’(

  • Odete - 31.08.2011 às 10:22

    Adeus querido Pe. Humberto a sua presença que sempre nos iluminou, agora brilha no céu, sou grata por você ter passado pela minha vida, São Manoel do Paraná e Indianópolis jamais te esquecerão.
    Saudades amado padre!
    Que Deus conforte nossos corações.
    Descanse em Paz!

  • Luis e Thaisi von Mecheln - 31.08.2011 às 20:02

    Me lembro de quando era criança e meu tio Humberto visitava nossa casa algumas vezes com a tia Neli que é sua irmã, e sempre fazia magicas para mim e minhas irmãs e nossos amigos, eu gostava de ajuda-lo, até aprendi algumas magicas para fazer com ele.
    Ele era um ótimo desenhista e sempre agente pedia para fazer tatuagem e ele desenhava de caneta no nossos braços e nunca repetia os desenhos.
    Meu tio padre Humberto gostava muito de pescar e sempre tinha uma seu equipamento no carro, só pude pescar uma unica vez com ele mas me lembro bem deste dia.
    Este ano quando me casei com a Thaisi pedi para que ele realiza-se nosso casamento e ele aceitou com muita felicidade, mas infelizmente ele teve que desmarcar o compromisso pois sua condição de saúde não lhe permitira. Mas sei que sua celebração seria linda como todas que ele realizava.


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Padre Marcial foi o "pregador" da Semana Santa em minha cidade - Formiga-MG. Foi um tempo privilegiado de "convívio" com padre Marcial, que de forma brilhante, profunda e vivenciada nos levou a "ver" aquilo que apenas intuíamos, sem nenhuma profundidade. Obrigada, Padre Marcial.. Gostaria de saber quais os retiros que ele vai pregar no Brasil durante este ano. Paz e bem. Fátima.
Padre Jairson ,scj
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