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	<title>Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus &#187; Congregação SCJ</title>
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	<description>Província Brasileira Meridional</description>
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		<title>Faleceu aos 75 anos, Pe. RENATUS BOEING</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 13:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SCJ.ORG.BR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congregação SCJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Se a certeza da morte nos entristece, a promessa da imortalidade nos consola (cf. Prefácio dos fiéis defuntos I).
Faleceu hoje, 17.05, aos 75 anos,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Se a certeza da morte nos entristece, a promessa da imortalidade nos consola </strong><em>(cf. Prefácio dos fiéis defuntos I).</em></p>
<p>Faleceu hoje, 17.05, aos 75 anos, o nosso confrade <strong>Pe. RENATUS BOEING</strong>, da Província Brasil São Paulo.</p>
<p><strong>Nascimento: 01.04.1937</strong></p>
<p><strong>1ª Profissão Religiosa: 02.02.1958</strong></p>
<p><strong>Ordenação Presbiteral: 14.03.1964</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Funerais:</strong></p>
<p><strong>Data: 18.05.12 (sexta-feira)</strong></p>
<p><strong>Horário: 15h00: Missa seguida de sepultamento</strong></p>
<p><strong>Local: Capela do Conventinho SCJ de Taubaté – SP</strong></p>
<p><strong>Sepultamento: Cemitério do Conventinho</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>“Senhor Jesus, que por vossa ressurreição vos tornastes o primogênito dentre os mortos, concedei a participação na glória celeste ao <strong>Pe. Renatus Boeing</strong> que acreditou e esperou em vós”.</p>
<p><strong>As nossas condolências, orações e solidariedade aos nossos confrades, Padres Renato e Alceu Kuhnen, e aos outros familiares do Pe. Renatus.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Lembro-lhes ainda o que reza o nosso DP 71, 2: </strong></p>
<p><strong>“Quando da morte de um membro da Província, cada sacerdote celebre duas missas e os outros religiosos participem de duas celebrações eucarísticas na intenção do confrade falecido”.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Pe. Robson Rocha, scj</strong></p>
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		<title>Retiro Dehoniano de Maio na Casa Padre Dehon</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 12:55:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SCJ.ORG.BR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congregação SCJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Caro Confrade aproxima-se nosso Retiro Dehoniano:
Data: 21 a 25 de maio de 2012

Local: Casa Padre Dehon
Orientador: Dom Walter Michael Ebejer, O.P.

&#160;...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caro Confrade aproxima-se nosso Retiro Dehoniano:</strong></p>
<p>Data: 21 a 25 de maio de 2012</p>
<ul>
<li>Local: Casa Padre Dehon</li>
<li>Orientador: Dom Walter Michael Ebejer, O.P.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações clique <a href="http://scj.org.br/site/wp-content/uploads/2012/05/Convite-retiro-Dehoniano.pdf">AQUI</a></p>
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		<title>Celebração dos 90 anos do Padre Prof. Raulino Bussarello</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 15:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SCJ.ORG.BR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congregação SCJ]]></category>

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		<description><![CDATA[A Província BRM e a família Bussarello festejaram no dia 29 de abril, no Seminario SCJ, os 90 anos do P. Raulino Bussarelo. O...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>A Província BRM e a família Bussarello festejaram no dia 29 de abril, no Seminario SCJ, os 90 anos do P. Raulino Bussarelo. O evento consistiu na missa celebrada as 10:00hs e no almoço no restaurante do Seminário. Participaram Familiares, padres de Jaraguá, noviços, provinciais e as irmãs da Fraternidade Mariana de Nereu.</p>
<div>O prof. Raulino, como gosta de ser chamado, completou os 90 anos de vida no dia 28 de março deste ano. São 90 primaveras, dos quais, 70 de VRC, 64 de sacerdócio e 45 de carreira como professor. Iniciou sua carreira em 1948, no seminário SCJ, em Corupá. Lecionou depois no Colégio Dehon, em Tubarao, e na Federal, em Florianópolis. O padre Raulino goza de relativa boa saúde, apesar de um tanto esquecido. Mora no Rio Vermelho, na Ilha de Florianópolis. Mora com ele a Sr. Irma Beckhäuser, irmã do Frei Alberto Beckhäuser.</div>
<div></div>
<div>

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</div>
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		<title>Curso de Superiores Locais</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 03:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SCJ.ORG.BR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congregação SCJ]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira, 19 de abril, o Curso de Superiores Locais teve início com a adoração ao Santíssimo Sacramento. Às 8h30 na sala de conferência, houve...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira, 19 de abril, o Curso de Superiores Locais teve início com a adoração ao Santíssimo Sacramento. Às 8h30 na sala de conferência, houve o discurso do Pe. Cláudio Weber, situando o encontro e as motivações em nível de congregação. Na sequência, Pe. Adalto Chitolina desenvolveu sua reflexão até as 11h.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Encontro de Superiores Locais SCJ</title>
		<link>http://scj.org.br/site/encontro-de-superiores-locais-scj/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 13:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SCJ.ORG.BR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congregação SCJ]]></category>

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		<description><![CDATA[OBJETIVO
&#160;
O objetivo geral é refletir e partilhar experiências para responder aos desafios do exercício do serviço da autoridade, a partir de um coração...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>OBJETIVO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O objetivo geral é refletir e partilhar experiências para responder aos desafios do exercício do serviço da autoridade, a partir de um coração dehoniano que escuta, aprende e anuncia centrado no amor do Coração de Jesus que nos impulsiona.</p>
<p align="left">El objetivo general es reflejar y compartir las experiencias para responder a los desafíos del ejercicio de servicio de la autoridad a partir de un corazón dehoniano que escucha, aprende y anuncia, centrado en el amor del Corazón de Jesús que nos impulsa.</p>
<p align="left"><strong>MOTIVAÇÕES</strong></p>
<p align="left">Esta é uma iniciativa do governo geral, pois cada vez mais se percebe a necessidade de formar superiores locais em nível de distrito, região e província.</p>
<p align="left">“A autoridade, serviço comunitário e fraterno em seus diversos níveis, local, provincial e geral, é verdadeiro ministério. O exemplo de Cristo, Mestre e Senhor, entre os discípulos como aquele que serve, é a norma e o modelo da autoridade” (Cst. 107).</p>
<p align="left">“A autoridade deverá preocupar-se em criar um ambiente de confiança, promovendo o reconhecimento das capacidades e das sensibilidades de cada um. Alimentará, igualmente, com palavras e fatos, a convicção de que a fraternidade exige participação e, portanto, informação” (cf. Documento “o serviço da autoridade e a obediência, 20).</p>
<p align="left"><a href="http://scj.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/confirmacao.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-6444" title="confirmacao" src="http://scj.org.br/site/wp-content/uploads/2012/04/confirmacao-707x1024.jpg" alt="" width="707" height="1024" /></a></p>
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		<title>A origem da Páscoa.</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 19:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SCJ.ORG.BR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Congregação SCJ]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Uma ceia ás pressas.
Segundo a bíblia, a festa da Páscoa nasceu na noite do êxodo, quando os israelitas que se encontravam cativos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Uma ceia ás pressas.</strong></p>
<p>Segundo a bíblia, a festa da Páscoa nasceu na noite do êxodo, quando os israelitas que se encontravam cativos no Egito conseguiram escapar do faraó e livrar-se da escravidão a que estavam submetidos.</p>
<p>O livro do Êxodo conta que foi naquela noite que Deus ensinou Moisés como celebrá-la: cada família devia tomar um cordeiro sem defeito, macho, com menos de um ano e sacrificá-lo ao anoitecer; depois tinham quer observar uma série de ritos: untar com sangue as portas das casas, comer a carne assada não9 cozida, preparar pães sem fermento, colher ervas amargas, estar com as vestes prontas, sandálias no pés, bastão na mão, e reunir-se assim, em família.</p>
<p>Mas, é possível imaginar que na noite em que os israelitas escaparam, puderam estar em festa, com o nervosismo e  o desespero que estavam sentindo e devendo mobilizar em pouco tempo uma grande  multidão de meninos, mulheres, anciãos e animais para a longa distância no deserto? Teriam tido ânimo e tempo para celebrar aquela alegre e descontraída reunião como todos os rito indicados por Deus?</p>
<p><strong>Já a conheciam há muito tempo.</strong></p>
<p>De outro lado, a Bíblia dá a entender que antes de sair do Egito, os israelitas já conheciam a Páscoa. Porque diz que apenas Deus ensinou a Moisés como celebra-la (Ex 12,1-20) este reuniu os anciãos de Israel e lhes disse: “Tomem um cordeiro e celebrem a Páscoa” (Ex 12,21), como se os anciãos já soubessem de que festa se tratava.</p>
<p>Além disto, antes da saída do Egito, Moisés pede mais de dez  vezes ao faraó para ir com os israelitas ao deserto para celebrar uma festa para Jahvé, que embora não diga qual é pela características que Moisés dá dela, trata-se, sem  dúvida, da Páscoa.</p>
<p>Se a Páscoa não teve origem no êxodo, de onde saiu? Qual a sai verdadeira origem? Tal como a conhecemos hoje, esta festa passou por três etapas sucessivas, com três significados diferentes. E por sua vez a segunda dessas etapas passou</p>
<p>por seis fases distintas Vejamos como foi a evolução dessa cerimônia.</p>
<p><strong>A proteção do sangue.</strong></p>
<p>A festa da Páscoa nasceu em tempo remotos, entre os pastores nômades do oriente que viviam cuidando dos seus rebanhos de ovelhas e cabras. Durante a época das chuvas de inverno (de outubro a março), como a vegetação era abundante na região, os rebanhos tinham suficiente alimento. Mas ao começar a primavera (março), terminavam as chuvas e a vegetação secava. Então los pastores tinham que levar seus rebanhos para outras regiões em busca de novos pastos.</p>
<p>Esse traslado chamado transumância, era uma aventura cheia de perigos.</p>
<p>Os pastores temiam defrontar-se com problemas imprevistos, doenças, espíritos malignos, e demônios que acreditavam existir naquelas regiões aonde iam estabelecer-se. Todos esses males eram personificados em um espírito, ao  não saberem como chamá-lo, davam-lhe o nome de “Exterminador” pelos  danos que causava.</p>
<p>Assim, para que Deus os acompanhasse e os protegesse do Exterminador, na noite anterior reuniam-se em uma festa, tomavam um animal jovem do rebanho o sacrificavam e o ofereciam á  divindade. Com seu sangue realizavam o rito mais importante: untavam as traves e os postes das tendas de campanha para afastar dali os males durante a viagem. Depois comiam o animal assado em fogo aberto, não fervido, para não precisarem de panelas nem de utensílio de cozinha. Compunham a refeição ervas silvestres colhidas no deserto e pão sem fermento que era o pão dos nômades.</p>
<p>Não faz muito tempo que ainda era possível encontrar, no oriente, grupos de pastores nômades que celebravam a Páscoa deste modo.</p>
<p><strong>Em noite de lua cheia.</strong></p>
<p>A festa era celebrada à noite quando os rebanhos não necessitavam de cuidados, e sempre na lua cheia porque a claridade facilitava a visão. Não se celebrava em nenhum templo, mas onde eles tinham as suas tendas; e não era presidida por sacerdote, mas pelo chefe da família.</p>
<p>E como eles partiam sempre na primavera, a festa foi fixada para a primeira lua cheia da primavera que pode cair em março ou abril de essa celebração tornou o acontecimento mais importante do ano para aqueles pastores que lhe deram o nome de “pessaj” (páscoa, para nós) que em hebraico significa “passar”, porque com essa festa eles passavam de uma região à outra.</p>
<p>Quando mais tarde os israelitas estabeleceram-se no Egito, continuaram, sem dúvida, celebrando a Páscoa como um meio de manter viva a lembrança de suas origens como pastores nômades e também para diferenciar-se de seus opressores egípcios que não a praticavam. Esta foi a primeira etapa da festa da Páscoa.</p>
<p><strong>Deus como exterminador.</strong></p>
<p>Numa noite de primavera, em meados do século XIII a.C. um grurpo de israelitas achava-se escravo no Egito. Então uma epidemia parece ter assolado o país e provocado a morte de numerosas crianças egípcias. As famílias israelitas tinham se livrado porque estava assentadas no delta do Nilo, longe da área atingida pela  peste. Então, aproveitando o pânico e a confusão dos egípcios devido à mortandade, escaparam do país conduzidos por Moisés. Ajudado pela lua cheia, cruzaram o rio, penetraram no deserto e assim fugiram do faraó e de seu exército.</p>
<p>Uma vez no deserto, e quando lhes tocou celebrar a Páscoa, já não pareceu conveniente aos israelitas recordar com ela a ntiga partida em busca de novos pastos, mas a saída do Egito, que havia acontecido justamente na mesma época. Assim se produziu um processo de “historificação” da festa. Isto é, em vez de celebrar com ela um ciclo da natureza (a chegada da primavera e a partida para novas terras), passou a recordar um fato histórico pontal: a libertação da escravidão do Egito realizada por Jahvé (Ex 12,14-27).</p>
<p>Para isto tiveram que   adaptar o significado dos rito da primeira Páscoa à nova Páscoa. Assim, o antigo exterminador que rondava no deserto passou a ser o mesmo Deus que se lançou contra os egípcios (Ex 12,23). O sangue do cordeiro que os protegia dos perigos do caminho, agora os havia protegido da morte no Egito</p>
<p>(Ex 12,12-14). As ervas amargas, sua comida típica, eram agora, as amarguras do Egito. O pão sem fermento, próprio dos pastores, agora significava que no aperto da fuga do Egito, só puderam assar pão sem fermento. O animal que comiam assado, e não fervido, era uma lembrança da pressa da saída. O comer vestido para viagem e com os pés calçados e com o bastão na mão próprio dos pastores prontos para sair, passou a significar que os israelitas estavam  preparados  para deixarem do Egito. E a palavra “pesaj” (passagem) começou a ser entendida no sentido de que Jahvé “passou ao largo” no Egito, perdoando as casas dos israelitas marcadas com sangue. Nasceu assim a Páscoa judaica, que, como dissemos, passou por seis fazes diferentes. Essa foi a primeira.</p>
<p><strong>Muitas bocas para um cordeiro.</strong></p>
<p>Com o passar do tempo, os israelitas cresceram em população e vieram a ser um povo numeroso. E assim tornou-se incômodo celebrar com tanta gente uma festa em que a comida de um cordeiro, de pães, de ervas e de bebidas era o rito principal. Então, pelo ano1000 a.C. no começo da monarquia em Israel, resolveram transformar a Páscoa em uma festa privada e celebra-laem família. Istopodemos supor porque os mais antigos calendários religiosos que aparecem na Bíblia (Ex 34,18-23; 23,14-17) ao enumerar as festas públicas dos israelitas, não mencionam a Páscoa, apesar de importância que tinha. Sem dúvida porque esta era celebrada agora em casas de família. É a segunda fase da Páscoa.</p>
<p><strong>A Páscoa do rei Josias.</strong></p>
<p>Durante séculos a Páscoa continuou sendo uma festa íntima e doméstica. Mas no meado do século VII foi introduzida uma nova mudança. Governava, então em Jerusalém, o rei Josias. Esse monarca que alimentava sonhos nacionalistas e desejava purificar o judaísmos de influências estrangeiras, vislumbrou o grande potencial político que continha a Páscoa que comemorava a libertação hebréia e o nascimento de Israel como povo. Então, em621 a.C. Josias realizou uma grande reforma religiosa, e entre outras coisas ordenou que a partir de então a Páscoa não seria mais uma festa privada, mas pública, e que não deveria maia ser celebrada em casa, mas no Templo de Jerusalém. Deste modo, o cordeiro deixou  de ser imolado pelo chefe da família e essa ato passou a ser realizado pelo sacerdote, e o sangue já não era usado parra untar as portas das casas, porém era derramado sobre o altar</p>
<p>A Páscoa do ano621 a.C., celebrada ela primeira vez no Templo (depois de tanto tempo como uma festa privada), foi tão insólita que o 2º livro dos Reis afirma: “Não se havia celebrado uma festa como esta desde o tempo dos juízes de Israel;. Nem na época dos reis de Israel nem dos reis de Judá. Só no 18º ano do rei Josias se celebrou uma Páscoa assim, em honra de  Jahvé em Jerusalém “ (2Rs23,22-23). Tinha-se voltado, pois, à antiga prática dos pastores, quando a Páscoa era celebrada como um encontro comunitário.</p>
<p><strong>As leis complementares.</strong></p>
<p>Celebrar a Páscoa no Templo não a única inovação que o rei Josias introduziu nessa festa. Estabeleceu também que o animal a ser sacrificado podia ser de  gado de maior porte, (bovino), para proporcionar mais comodamente comida para uma tão grande  concorrência de pessoas, e que devia-se comer cozido e não assado pois esse último modo causava grandes transtornos no Templo.</p>
<p>A nova legislação de Josias ficou registrada no Deuteronômio: “No mês de Abib (março-abril) celebrarás a Páscoa em honra de Jahvé, pois foi neste mês que ele te tirou do Egito. Sacrificarás um animal de  gado maior ou menor onde Deus escolheu para habitar ( ou seja no Templo). Não comerás pão com fermento, mas ázimo, porque saíste do Egito às pressas&#8230;Celebrarás Páscoa à tarde, ao cair do  sol, na hora em que saíste do Egito. Tu o ferverás (não assado) e o comerás em lugar escolhido por Jahvé, teu Deus” (Dt 16,1-8). É a terceira fase da Páscoa judaica.</p>
<p><strong>Sem o Templo, não se pode.</strong></p>
<p>Décadas mais tarde, em587 a.C., o povo de Israel foi invadido pelos exércitos babilônios. Esse incendiaram Jerusalém destruíram  o Templo e deportaram a população para a Babilônia. Visto que não mais existia o Templo e diante da nova situação social, um grupo de sacerdotes na Babilônia resolveu mudar outra vez, o rito da celebração da Páscoa. Não podia continuar festejando-a no Templo como havia mandado o rei Josias, e assim  modificaram de novo o  ritual e voltaram ao antigo uso: celebra-la em família e com animal de gado menor e com comida assada a não cozida.</p>
<p>Esta nova legislação dos sacerdotes está em Ex 12,1-14: Cada família tomará um cordeiro ou cabrito. O animal deve ser sem defeito, macho de um ano. Será sacrificado ao anoitecer.Tomarão o sangue e o passarão nos dois portais, no travessão e na soleira da casa onde sara comido. Depois comerão a carne assada, com pães sem fermento e com ervas amargas. Não o comerão fervido, mas assado. Comerão assim: cingidos, com sandálias aos pés e o bastão na mão. Comerão rapidamente porque é a Páscoa de Jahvé. Eu passarei no Egito nessa noite e matarei todos os primogênitos dos homens e dos animais. Mas quando vir o sangue nas casas de vocês, passarei adiante e ali não haverá morte. Esse será um dia memorável para vocês, e o celebrarão como uma festa em honra de Jahvé para sempre (Ex 12, 1-140).</p>
<p>Esse texto aparece na boca de Moisés como se tivesse sido ele que tinha estabelecido essas disposições na noite em que saíram do Egito, mas na realidade foi composto sete séculos mais tarde por sacerdotes exilados na Babilônia para acomodar o povo á nova situação. Essa é quarta fase da Páscoa judaica.</p>
<p><strong>A solução intermédia.</strong></p>
<p>Anos depois, os  judeus exiladas na Babilônia puderam voltar a sua Pátria. Ali reconstruíram o Templo para poderem celebrar outra vez, suas festas religiosas, reformaram os calendários, atualizaram a liturgia e estabeleceram novos ritos. Mas quando foi colocado o tema  da  Páscoa, ficaram em dúvida sobre se continuavam conservando-a como uma festa privada (como era até esses momento) se voltariam a impor que fosse  celebrada no Templo. Então optaram por uma solução intermédia: uma parte seria no Templo (ali seria sacrificado o animal) e a outra seria realizada em família (a comida do animal). Assim a Páscoa voltou a ser uma festa de peregrinação obrigatória e outra vez puderam-se ver grandes multidões que acorriam a Jerusalém para celebrar a Páscoa. Essa é a quinta fase da Páscoa judaica e era assim que se celebrava no tempo e Jesus.</p>
<p>Finalmente, no ano 70 d.C.os romanos destruíram novamente o Templo de Jerusalém e nunca mais  foi reconstruído. Então a Páscoa voltou a ser uma festa exclusivamente familiar e assim permanece até o dia de hoje. E é a sexta e última fase da Páscoa judaica.</p>
<p><strong>O verdadeiro Cordeiro.</strong></p>
<p>No ano 30 d.C., sabendo que sai morte estava aproxima, Jesus Cristo quis celebrar pela última vez uma ceia com seus  discípulos. Era o tempo da Páscoa. E nesta última ceia Jesus falou-lhes de sua morte, de seu sangue derramado, e de da salvação que ia trazer ao mundo. Embora não o tivessem entendido bem neste momento, com o passar do tempo descobriram que o banquete de despedida de Jesus e sua posterior morte tinham relação com a festa da Páscoa. Então essa tomou um novo sentido para os cristãos. Deixou de ser a comemoração da saída do Egito para ser a celebração da morte de ressurreição de Jesus. E, tal como tinham feito os judeus mil e duzentos anos antes, agora os cristãos adaptaram o significado da Páscoa judaica á nova Páscoa.</p>
<p>Assim, a vítima sacrificada não foi mais um cordeiro, mas Jesus Cristo (Cor 5,7). O sangue salvador já foi o derramado nas portas das casas ou no Templo, mas o que Jesus derramou (Hb 9,12-14). A libertação não foi a da escravidão do Egito, Mas a escravidão do pecado (Jo 8,34-36; Rm 8,2). E a palavra “pejah” (passagem) já não significou a passagem de Deus pelo Egito, mas a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida (At 2,23-24; Rm 10,9). É a Páscoa cristã, terceira etapa da evolução da Páscoa.</p>
<p><strong>Muitas Páscoas, uma Páscoa.</strong></p>
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		<title>Leigos Dehonianos do RS</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 17:11:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No dia 11 de março estiveram reunidos, no Seminário São Miguel-Crissiumal 64 leigos “dehonianos” dos municípios de Independência, Boa Vista do Buricá, Tuparendi, Nova Candelária ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 11 de março estiveram reunidos, no Seminário São Miguel-Crissiumal 64 leigos “dehonianos” dos municípios de Independência, Boa Vista do Buricá, Tuparendi, Nova Candelária  e Crissiumal, juntamente com o nosso acessor Pe. Mauridio Weber para um encontro de formação e reflexão.</p>
<p>Vários momentos marcaram o dia: reflexão, memória do fundador Pe.Dehon e seu aniversário em 14 de março, cantos, formação, troca de experiências, estabelecimentos de metas para os grupos paroquiais para o ano de 2012. Foi encerrado com a Santa Missa, que teve a participação de 4 sacerdotes: Pe. Irineu, que presidiu a celebração, Pe Mauridio, Pe. Magnos, Pe. Gilberto.</p>
<p>“Alimentamos a Alma, fortalecemos o Espírito, e tivemos a certeza  que é ao Coração de Jesus que queremos estar ligados, sendo fermento em nossa  comunidade, líderes autêntico, que conjuguem o verbo amar pela prática da acolhida, pois, em tudo o que fizermos devemos estar atentos ao acolhimento fraterno como marca dehoniana, buscando valores e características indispensáveis para exercemos a liderança para a qual fomos chamados  e escolhidos.”(Leiga dehoniana)</p>
<p>C<strong>onvicção e desejo: “</strong><strong> Levar Cristo ao coração do mundo; Trazer o mundo ao coração de Cristo.” (Pe.Dehon)</strong></p>
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		<title>Um dia para celebrar a nossa vocação como dehonianos.</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 12:40:49 +0000</pubDate>
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Já é tradição caraterizar o dia do aniversário do nascimento do P. Dehon como jornada das vocações dehonianas....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros confrades e membros da família dehoniana,</p>
<p>Já é tradição caraterizar o dia do aniversário do nascimento do P. Dehon como jornada das vocações dehonianas. Em muitas das nossas comunidades, tornou-se um dia de oração, um dia para celebrar a nossa vocação como dehonianos.</p>
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		<title>Falecimento do Padre Sidinei Nascimento Guarda SCJ</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 07:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SCJ.ORG.BR</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Queridos Confrades!Tenho o pesasoroso dever de lhes comunicar a morte do nosso irmão, P. Sidinei Nascimento Guarda. Na luta contra broncopneumonia e meningite, uma parada...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div> Queridos Confrades!Tenho o pesasoroso dever de lhes comunicar a morte do nosso irmão, P. Sidinei Nascimento Guarda. Na luta contra broncopneumonia e meningite, uma parada respiratória fê-lo sucumbir pelas 04:00 da manhã deste domingo, dia 19/02/12.Tão logo sejam decididos os procedimentos de liberação do corpo, uma possível celebração em Cuiabá e o translado para Taubaté, comunicar-lhes-emos ulteriores informações.Ao despontar da aurora do Dia do Senhor P. Sidinei deixou a vida e abraçou a Vida para ser acolhido pelo Senhor da Vida. Amém! P. Mariano,scj.</div>
<div></div>
<div> NOTA DE FALECIMENTO Pai, em tuas mãos entrego meu espírito (Lc 23,46) No dia 19 de fevereiro de 2012,em Cuiabá – MT,retornou para a casa do Pai,o nosso confrade,P. SIDINEI NASCIMENTO GUARDA,da Província Brasil São Paulo,nascido em 25.09.1974,1ª profissão em 02.02.99,ordenado em 15.12.07.</div>
<p>“Vós, que ressuscitastes gloriosamente vosso Filho depois de morto e sepultado, concedei ao Pe. Sidinei que morreu entrar juntamente com ele na vida eterna”. São Paulo, 19 de fevrereiro de 2012.                         <wbr>                              <wbr>                              <wbr>     Secretaria Provincial – BC   </wbr></wbr></wbr></p>
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		<title>Ordenação e primeira missa do Padre Elinton Costa, scj</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 14:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>SCJ.ORG.BR</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aconteceu no dia de ontem a ordenação do Diácono Elinton Costa, scj. O presidente da missa foi Dom Wilson Tadeu Jonk, scj arcebispo de Florianópolis...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu no dia de ontem a ordenação do Diácono Elinton Costa, scj. O presidente da missa foi Dom Wilson Tadeu Jonk, scj arcebispo de Florianópolis com ele estiveram presentes 31 padres 2 diáconos, religiosos (as), seminaristas, vocacionados e muitas outras pessoas de Joinville, Rio Negrinho, Taubaté, São José dos Campos, Tremembé, São Paulo&#8230; A rito da ordenação foi um momento vocacional muito especial para todos os presentes, especialmente para a comunidade local que celebra seu ano jubilar. Em 100 anos de paróquia foram ordenados aproximadamente 22 padres. Continuemos rezando pelas vocações e particularmente pelo Padre Elinton que trabalhará em Joinville &#8211; SC.</p>
<p>No dia de Hoje a celebração foi concelebrada por 26 padres dois diáconos e muitos vocacionados. O povo de Botuverá tornou a celebração muita bonita com a sua presença. O padre Elinton Costa, scj celebrou com muita devoação, alegria e entusiasmo. A homilia ficou sob a responsabilidade de Pe. Vicente (comunidade Betânia) que foi durante muito tempo diretor espiritual do neo sacerdote. Em suas palavras fez todos sentirem o amor de Deus e a alegria dos que deixam Deus ser a Primazia em suas vidas. Fez a muitos se emocionarem e provocou muitos jovens ao seguimento de Jesus Cristo. Ao final Pe. Elinton Costa se consagrou a Deus por intermédio de Maria e rogou a benção sobre o povo de Deus.</p>
<p>O serviço de animação vocacional sente-se grato a Deus pelo sim do Pe. Elinton Costa, scj e continua a rezar e trabalhar com humildade pedido ao Senhor da Messe que envie operários para fazer crescer o Reino do Coração de Jesus nas almas e nas sociedades.</p>
<p>Veja Mais Fotos <a href="http://scj.org.br/site/wp-content/plugins/nextgen-gallery/estilos/simpleviewer.php?gallery=170">AQUI</a></p>
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